Sábado, 10 de Outubro de 2009
O mar da escola
No ano lectivo 1988-1989 leccionei na Escola Álvaro Velho do Lavradio.
O percurso diário realizado de barco pelo Tejo, de Lisboa ao Barreiro, foi muito inspirador. Comecei a estudar as embarcações tradicionais do rio Tejo, a construir os seus primeiros modelos em garrafas e, também, a ensinar a construí-los. Formei um pequeno grupo de seis alunos, um dos quais paraplégico, que todas as semanas se dedicava à arte de construir modelos para colocar dentro de garrafas. O resultado surge no vídeo que apresento: uma Muleta, dois Caíques, duas Canoas da Picada e um Hiate de Setúbal. A escola devolvia o mar ao seu lugar, pois tinha o nome de um navegador da Expansão Portuguesa e situava-se num lugar onde os bacalhoeiros estacionavam entre duas fainas, enquanto as embarcações tadicionais realizavam as suas tarefas.
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Barcos tradicionais,
Escolas
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4 comentários:
Interessante trabalho, que levou a cabo junto de miúdos de 10 e 11 anos. Convém sempre despertar-lhes as consciências, para actividades pacíficas e salutares.
Parabéns! Continue!
David, tenho acompanhado os teus textos e trabalhos do blogue e estás de parabéns. Desde a sesssão que fizeste numa tarde na escola a explicar como constrois os barcos que fiquei fascinada. Seria interessante motivar os alunos, mostrando-lhes o teu trabalho.Continua a construir, pois quando falas de mar e tudo o que se relaciona com essa palavra"mar" nota-se um deslumbramento. Não desistas...
Por muito que me esforce não entendo onde vais buscar energia para tanto...
Parabéns...
Caro David
Muito bom. A arte de fazer miniaturas de barcos em garrafas pode ajudar muito nossas crianças e adolescentes...
Gostaria de saber mais sobre essa sua experiência.
Obrigado por sua contribuição no blog.
Um abraço.
Sergio.
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