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A mostrar mensagens de Março, 2010

O primeiro "Mar" da minha neta

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A Madalena, minha primeira neta, vai fazer o seu primeiro aniversário no domingo, 4 de Abril.    Como estou a fazer-lhe o seu primeiro "Mar" não voltarei a colocar qualquer post até o ter acabado. Vou fazer-lhe uma "Canoa da Picada", uma "coquette", -como as da foto que se segue- por sobre o gargalo de um pequeno balão de ensaio.   Será a segunda que realizo. A primeira foi feita ainda nos anos oitenta do século passado e o próprio casco foi  construído no interior da garrafa . Falarei dela em pormenor mais tarde. Contudo, adianto já que o nome "picada" vem da Sardinha "salpicada" -picada de sal- que esta embarcação rápida -canoa- ia buscar às " Muletas ", que a pescava no mar diante da Cascais, para a levar rapidamente para Lisboa.

Uma gracinha!

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Encontrei este pequeno "Mar" com uma escuna,  mas não me lembro a quem a ofereci. Foi só uma gracinha! Notem, no entanto, como os cabos estão bastante bem proporcionados. Alguém saberá dizer-me como os fiz? Nuno, Alan,  João e Bicas, convosco não vale...

Os "Mares" da Deutsche Buddelschiffer Gilde

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A Associação Alemã de Contrutores de Barcos em Garrafas, Deutsche Buddelschiffer Gild, tem o seguinte logo em que podem clicar para visitar o seu sítio: Antes de visitarem este sítio, magnífico , podem ver uma das várias peças de cada um dos seus vários associados : Esta Associação tem a sua ligação referenciada no espaço referente aos sítios que recomendamos desde o início deste blogue.

Tous les Bateaux du Monde

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O Nuno Miranda enviou-me uma ligação espantosa para uma exposição virtual do Musée national de la marine. Trata-se da colecção do almirante Pâris. Deliciem-se, clicando na imagem. Quando forem clicar em "Europe" encontrarão esta  modelo magnífico de uma "Muleta" do Seixal:

Meu amigo Samuel Corujo

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Este texto foi escrito há 10 anos para a revista "Rose des Vents" . Por qualquer razão nunca foi publicado, mas publico-o aqui hoje, retrovertendo-o para português, em memória de: Meu amigo Samuel Corujo (Adaptação do artigo de Artur Ramisote, « Ílhavense » , 15 de Abril de 1998) O meu amigo Samuel Corujo, nascido a 15 de Fevereiro de 1922 na cidade marítima de Ílhavo, é hoje (2000), um dos raros homens do mar que continua a tradição ancestral da realização de barcos no interior de garrafas em Portugal. Com 15 anos de idade, embarcou pela primeira vez numa embarcação da frota comercial, numa escuna de quatro mastros -a "Anfitrite"-, tendo viajado para as costas de África e da América. Em 1941, precisamente no dia do seu 19.º aniversário, Samuel naufragou ao largo de Peniche a bordo do "Patriotismo"(primeira fotografia). Aí a sua mão direita ficou seriamente afectada para sempre (segunda fotografia). Depois do serviço militar Samuel voltou ao mar,

O "Mar" da Solidariedade

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Um casal espanhol construiu um barco em forma de garrafa para realizar uma viagem de Tenerife (Espanha) a Nova York (EUA).  Os aventureiros começaram a sua viagem em Março de 2006 e a chegada aos EUA estava prevista para Maio de 2007, o que não sabemos se aconteceu. Ao contrário do que se poderá pensar a referência para tal construção não foi a dos barcos em garrafas, mas a das mensagens em garrafas, como aparece no nome da embarcação ("Message in a Bottle"). Essa mensagem destinava-se a chamar a atenção para a pobreza infantil.

A réplica da nave de Gokstad: a nave viking Gaia

Nestes vídeos pode ver-se a réplica da nave de Gokstad ,"Gaia", em Volda, Noruega em 1990. O Gaia atravessou o Atlântico até  aos Estados Unidos da América em 1991. Actualmente encontra-se ancorado em Sandefjord, Vestfold. Pode ler mais sobre o  Gaia e outras naves vikings em http://www.vikingskip.com

A nave viking de Gokstad / Das Gokstadschiff

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Encontrei este vídeo no Youtube sobre a construção da nave Viking de Gokstad.   Ralph Preston é talvez o miniaturista que melhor expressou um "Mar" Viking. Vejam como o realizou clicando aqui

O Mar do João Pedro

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Há 22 anos, 13 de Março de 1988, nasceu o meu filho, João Pedro Figueiredo Alves Luna de Carvalho. Na noite desse dia introduzi o  clipper Termophilae no pequeno frasco do anestésico que a Ana recebeu para o seu parto. O Thermophilae foi um dos clipper mais rápidos que existiu, tendo chegado a bater o Cutty Sark numa das corridas do chá da China para Inglaterra. Um pai quer o melhor para o seu filho! Hoje o João faz 22 anos e também já fez uma miniatura de um veleiro numa garrafa. Saíu na capa e nas páginas principais do "Bottle Ship" , revista da Associação Europeia de Barcos em Garrafas ! Hei-de mostrá-lo num outro post. PARABÉNS JOÃO!!!

O Mar do Caíque "Bom Sucesso"

Encontrei este vídeo do Caíque "Bom Sucesso II", já aqui referido.  Embora não se veja a sua navegação com o pano das velas e esteja a chegar a um porto, não deixa de revelar ser uma bela embarcação. Como se pode ver, comparando o tamanho e a quantidade dos passageiros, ainda é uma embarcação de algum tamanho. Creio que este filme retrata o episódio da chegada de uma das muitas viagens que esta embarcação realiza com turistas em Olhão no Algarve, Portugal.            

O Mar, poético, de Johanna M. Evenson

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Johanna M. Evenson  soube que tinha publicado o seu vídeo com uma canção sobre barcos em garrafas, que pode ver aqui . Como estava em Sueco esta Senhora resolveu enviar-nos  uma tradução em inglês.  Thanks Johanna, this is a beautiful poem! The Ship in a Bottle With her sails raised and the flag at the top the ship in the bottle has waited, and almost given up her dream of one day going to sea and saying good bye to the bottle that is holding the sailboat captive, because the bottleneck is narrow and the only exit. Placed as decoration on a shelf in the living room is the ship, which never seems to stop mystifying a number of guests who are asking themselves: How did the ship’s builder get the ship into the bottle? But one day the grandchild Hans sees the boat. He pulls up a chair so that he can reach it. As he touches the glass bottle the bottle falls to the floor and breaks. The freed boat sails on the sea of glass and the boy, despite the accident, smiles sa

O Mar dos "Caíques Algarvios"

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Os Caíques Algarvios eram embarcações com duas velas latinas e fizeram por vezes navegações muito longínquas. Chegaram ao Brasil e ao Sul de Angola , neste caso também com o avô de um grande amigo meu. A fotografia do painel de azulejos representa o Caíque "Bom Sucesso", de Olhão no Algarve, chegando ao  Rio de Janeiro, no Brasil, em 1808 para anunciar a D. João VI  a vitória final sobre os Francesas. Clique aqui para ler o registo da viagem. Na fotografia anterior podemos ver a réplica do Caíque "Bom Sucesso". Esta embarcação está hoje ao serviço do turismo algarvio .   As miniaturas anteriores, excepto a última,  já apresentada , foram executadas em pequenas garrafas de colecção e foram oferecidas a vários amigos. Falta-me fazer o Caíque num "Mar" mais visível, pois é uma das embarcações tradicionais portuguesas mais belas e "atrevidas".

Os Mares de "Matuto"

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Realizei este Mar quando ainda era um recém-vindo a esta navegação, quase um "Matuto". Troquei-a por um torno ao  Zé Manel que, além de ser professor como eu, tinha e tem a mesma paixão pelo modelismo naval, embora a uma escala que não se compadece com o corpo vítreo de uma garrafa. Telefonei-lhe hoje e estava numa regata no meio do Tejo!  Um abraço Zé e vai dizendo qualquer coisinha...

O Mar da Vida

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Enviaram-me esta imagem com o título "A vida em cinco garrafas" e decidi dar-lhe um retoque... vital, sobrepondo a essas cinco garrafas a VERDADEIRA garrafa da vida! P.S. ...Pronto admito que sem a terceira garrafa não existiria a que se sobrepõe!!!

Os Mares de "Primeira Água": O Mar da Canhoneira "Mandovi"

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A Canhoneira " Mandovi ", em cima, foi miniaturizada e colocada dentro de uma garrafa por um seu marinheiro durante a sua estadia em Cabo Verde ,  entre 1898 e 1899. Depois foi oferecida ao seu comandante – Fontoura da Costa - que a conservou, estando hoje na posse dos seus descendentes. Estes modelos feitos pelos próprios tripulantes das embarcações miniaturizadas são de primeira água! (As fotos da miniatura foram tiradas numa exposição sobre Fontoura da Costa no Museu do Mar em Cascais em Portugal)

O mar dos caiaques

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Tenho um caiaque para dois tripulantes, utilizo-o com frequência  para navegar nos estuários e nos mares como o que se inicia no ponto da fotografia que se segue (de que não digo o nome para o manter paradisíaco :-).   O problema é que nunca poderei realizar um "Mar de Garrafa" com esta minha embarcação. É que lhe retira a magia bíblica do "camelo pelo buraco de uma agulha". Sem velas e consequentes mastros esta embarcação transforma o camelo numa minhoca, capaz de entrar em qualquer gargalo, por pequeno que seja. No entanto descobri agora que tenho uma solução: colocar-lhe o tão desejado e mágico aparelho vélico. Vejam o vídeo, filmado na Baía de Maho em St. John. (www.sailboatstogo.co)